sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

DENÚNCIA: VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E INVERDADES

ALERTA!!!! CIBEPIRATARIA!!!!!





O ENLACE-MPME:MUSEU PÓS-MODERNO DE EDUCAÇÃO, o T.A.A.R. e VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES alertam e denunciam a violação de seus direitos autorais e inverdades comerciais, que não vendem e nem autorizaram ninguém a vender suas obras e nem obras de discentes em aulas de Língua Portuguesa, em cds e em formato wav-audio e mp3 conforme anunciado no google pelos abaixos denominados:


AO LONGE OS BARCOS DE FLORES POESIA PORTUGUESA DO SECULO XX-INC
VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES-T.A.A.R -"ALAS ROTAS-ALITAS DE ... Em aula de Língua Portuguesa e Artes por Vanda Salles) ..... Las obras están totalmente ...
www.dewebmasters.com/.../ao-longe-os-barcos-de-flores-poesia-portuguesa-do-seculo-xx-inc-luye-2-cds/ - http://www.dewebmasters.com/64056/ao-longe-os-barcos-de-flores-poesia-portuguesa-do-seculo-xx-inc-luye-2-cds/
PROF. VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES-T.A.A.R -"ALAS ROTAS-ALITAS DE ...
Em aula de Língua Portuguesa e Artes por Vanda Salles) ..... Las obras están totalmente digitalizadas en Cd's con formato wav-audio y mp3 y están ... 4-El encuentro contará con una mesa de venta de libros 2 horas cada día. ... No incluye bebidas alcohólicas.) Apertura: 14:30 hs. Show de poesía: "Lecturas sobre el ...

Afirmamos: somente o ENLACE-MPME:MUSEU PÓS-MODERNO DE EDUCAÇÃO possui autorização para venda de produtos de minha autoria e que levem o meu nome.

Em tempo oportuno, tomaremos medidas cabíveis.



Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 2010


Vanda Lúcia da Costa Salles
Fundadora e Diretora Geral do ENLACE-MPME:MUSEU PÓS MODERNO DE EDUCAÇÃO
Com Reg. no INPI (BRASIL)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

HOMENAGEM: ÉTICA - LUÍS QUINTAIS (ANGOLA/PORTUGAL)*



Foto: O poeta Luís Quintais (Portugal)


Ética

LUÍS QUINTAIS


Vou falhando as pequenas coisas
que me são solicitadas.
Sentindo que as ciladas
se acumulam cada vez que falo.
Preferi hoje o silêncio.
A ausência de equívocos
não é partilhável.
No inegociável deste dia,
destituo-me de palavras.
O silêncio não se recomenda.
Deixa-nos demasiado sós,
visitados pelo pensamento.


(in «Lamento»,de Luís Quintais, 1999)


* LUÍS QUINTAIS: nasceu em 1968 em Angola. É antropólogo social de profissão, leccionando presentemente no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Nesta qualidade, desenvolveu investigação de arquivo e de terreno sobre o exercício e as implicações públicas e forenses da psiquiatria. Trabalha actualmente sobre as relações entre arte, ciência e cognição.

OBRA POÉTICA:

A Imprecisa Melancolia, Editorial Teorema, Lisboa, 1995
Lamento, Edições Cotovia, Lisboa, 1999
Umbria, Pedra Formosa Edições, Guimarães, 1999
Verso Antigo, Edições Cotovia, Lisboa, 2001
Angst, Edições Cotovia, Lisboa, 2002
Duelo, Edições Cotovia, Lisboa, 2004
Canto Onde, Edições Cotovia, Lisboa, 2006
Mais Espesso Que A Água, Edições Cotovia, Lisboa, 2008

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

POESIA: VISLUMBRE - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES(BRASIL)



Foto: Copenhagen



VISLUMBRE


VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)



Esse rastro no caminho,
encaminha
todo o sentido e o querer
revê-la,
num vislumbre... De uma gota de lágrima!



INSIGHT

VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)


Dette spor på vej,
fremad
fornuft og vilje
revidere den,
et glimt ... En dråbe tåre!

sábado, 18 de dezembro de 2010

POESIA- FELIZ ANIVERSÁRIO, SILVIA AIDA! - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES(BRASIL)




Acordei com essas imagens todas, na mente
flores iguais,
diferentes,
repletas de coloridos ímpar
ou de profundo carmim... Assim!






Orquídeas sensíveis,
preferidas como alguém que a gente aguarda vir,
leves,
na melodia das aves... Aqui!






E esta sem pôr e nem querer, se fez
de rogada, só
para agraciar carícias e beijos... Como requer o encanto!







Ah,orquídeas de nossos deleites!
Que a brisa leve invade a face, disfarce
do dia
E essa alegria Deusa,
nos contagie... E abra a luz resplandescente!






E de nossos olhos tão radiante, penetre
o Sonho que a vida quer, avidamente
nos faça crer







Orquídeas várias, todas
de coração.Ardorosas, afáveis
que nem as rosas
já em botão...






Seja essa flor,não mais amada
que a golondrina
em seu voo lépido...





Livres crianças, parecerão estas
no entanto,
apenas querem a Liberdade que nos adere...







Begonias lindas, amáveis, brejeiras,
em seus disfarces flores
Ah, doce encanto! Acordes raros para o que é amor!






E esta irmã deslumbrante,
faceira rege o pranto
de quem esquecido da vida
Eternizado ficou... No prazer de viver!






Na liberdade do sentir, desejou-se
infidáveis momentos,
lentos,
como as minúsculas ramagem, cativa
no bico de um colibri







Amarilis, amarilis, quantas saudades no peito
atreve-se em silêncio
( jurando ser um segredo)
exaltar a ternura... Desse singular jardim!








E se guardei esta Vitória-Régia de encontro ao peito,
firmei com laços de zelo
e acalanto em flor... Para você tão somente,
Ó brinco-de-princesa!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

HOMENAGEM EDUCACIONAL: XEICA MOZAH BINT NASSER AL MISSED (CATAR)



Foto: Xeica Mozah Bint Nasser Al Missed (Catar)-



* A partir de 2011 serão concedidos US$ 500 mil para responsáveis por políticas educacionais que sirvam de modelo em escala mundial.




EDUCAÇÃO: A FLOR NO DESERTO PLANETÁRIO



No deserto planetário
a vida elevou-se
para além dos poros das areias petrificadas e dos
mórbidos silêncios perfilados.
Uma voz sementeou-se
com pensamento,
coração
e palavras...Ensinar Catar a vida,
não é
deflagar bandeiras,
nem assinalar as pedras,
nem mesmo ficar sorrindo a insetos
que voam flácidos.


Ser flor,
no deserto planetário,
é ousar
acabar com a impunidade para ataques contra a educação
e a dignidade humana

domingo, 12 de dezembro de 2010

POESIAS: SILVIA AIDA CATALÁN (ARGENTINA)




Foto: a poeta Silvia Aida Catalán, en Buenos Aires, Argentina






Sueños Lejanos




Siendo uno nuestro amor,

como no perecer cada vez que

por sendas diferentes partimos

simulando sonrisas no sentidas.

Como borrar de nuestra despedida,

huellas de ojos húmedos
,
surcos de gestos contenidos,

si el dolor deja su herida

marcándonos el rostro,

el corazón, el alma.

Destinos....

dicen por ahí,

¿Yo?...

¡Yo digo amores!

Intensos amores vividos,

en tiempos no correspondidos.

Pero, así Amor,

mientras te regalo una estrella

mi sonrisa y estas palabras sentidas,

de Ti,

lo recibo todo

de lo demás. nada importa.

Mas cuando llegue el ocaso,

el último de nuestros días,

desde donde te encuentres

podrás contemplar mi estrella
y a mi,
me han de quedar los recuerdos
celosamente guardados
en tu libro de Machado
que con fuerza oprimiré

en mi pecho desolado.

Y aunque

mundos diferentes nos separen,

aunque nidos distintos nos cobijen,

el AMOR,

habitante secreto en este ocaso,

será presente sigiloso….

como tu libro y mi estrella




Autor: Silvia Aida Catalán
Libro: Caricias Para Mi Sombra
Argentina










Sólo Para ti


Tu tristeza
génesis del surco en mi boca.
Atávico manto, velado
a hilos dorados del poniente.

Tornasol sellando intersticios
del núcleo a tus celdas.
Redimida dermis concedida soy,
en tus planicies de terciopelo y mieles.

Tú, médula.

En el sortilegio amoroso,
en la fusión del sol y la luna.
Sacramento divino del eclipse,
en los hieráticos de la Creación.

Tú, mi siembra de pan.
Copa que bebo nombrándote,
eterna espera, dicha inconstante,
fuego candente en la grieta.

Más allá del viento y la ausencia…
Aquí y en los polos del mundo
en infinita eucaristía de cuerpo y alma:
Permaneces, permanezco.
¡Tú, mi Yo!

Silvia Aida Catalán
Argentina- Buenos Aires








A pesar del silencio: Somos
A Gabriela y Diego ( mis hijos)



A pesar del tiempo
son los ojos oblicuos del sauce, quienes
adoran tu cadencia y te esperan

No es el reloj de arenas
el que ha de marcar el regreso, ni nada y
acaso, las lunas que escribieron tu partida

Es el beso apasionado
del agua a las orillas quien trae tu rumor, desde
todas las mareas y persiste en mis márgenes.

Y a pesar del silencio
grito desde lo absoluto a la inmensidad, y te
sustento herido amor al borde del abismo.

Allende somos pues lava y ceniza
erosión y fuego perenne somos, asidos…
con los sentidos fijos en las cortinas del tiempo.

Detrás del aullido hostigas
esbozado entre la niebla y la hendedura, donde
asoma tu luz por los agujeros mismos del barranco.




Autor: Silvia Aida Catalán-
Libro Obertura- 11/XI/2009

sábado, 11 de dezembro de 2010

POESIA: SOL - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)



Foto: Pintura de Matisse


SOL


VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)




Encendeia-te dessa luz que afaga meu ser
de prazer
e desdobre esse avesso pra ser
consequência de um ato de amor
explendor lânguido de mãos,
rodopiante pião,
amarelo-limão, e
agasalhos de pétalas espalhadas
no tempo que em mim
exaspera um quê desse querer
estrondosa maré sei que só é
pra você
a ilusão de retinas admiradas
ante a verdadeira visão
que acaricia-nos em luz... E a vida a nos atravessar tão solta,
volúpia & prazer no viver
tal esse verão que principia
além dos aros de nossos aneis...