segunda-feira, 3 de setembro de 2012
POESIA: MAIS DE UM... - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)
MAIS DE UM...
Vanda Lúcia da Costa Salles (Brasil)
I
não ouse sentar-se ali
Mais de um já o fizeram
e
essa cadeira vazia
não fede e nem cheira,
apenas,
soluça seu pranto
porque sabe
que quaisquer orlas
são indiferentes
ao brilho do Sol
ou ao clarão da Lua
II
essa cadeira vazia... Em que jaz o testamento e a música
A trouxeram, ninguém sabe quando
ou quem,
porém,
em um entardecer de Abril, quando
derramaste todo o azul de sua retina de peixe
e mais de um saíram à noite
após a leitura
III
da poesia, o abraço recíproco continua
o mar é sempre saudade
se mais de um mergulha
IV
a meu ver,
Tudo/Nada nem sempre é susto
Gerânios embalam os sonhos...
V
...Nesse exato momento, a vitória é uma conquista.
(Alcântara-São Gonçalo,03 de setembro de 2012)
terça-feira, 21 de agosto de 2012
DIVERSIDADES E LOUCURAS EM OBRAS DE ARTE II - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)
Foto: Pintura de Matisse- Luxo, Calma e Volúpia
MATISSE- A ARTE COMO SAÚDE MENTAL E SOCIAL
Sabe-se que aos 21 anos (1890), após sofrer uma cirurgia, o pintor francês Henri Matisse adquire consciência ou "iluminação" de que o seu destino era ser pintor. E com essa certeza, reorienta os seus objetivos de vida.
Quando pinta o seu primeiro quadro " Luxo, Calma e Volúpia", o artista ganha a convicção de que Liberdade é abertura da obra e diz " euforia e dilatação" é saúde mental.
Assim, sua obra opõe-se às ideologias niilistas que dominaram o Século XX e descortina-se em luminosidade em louvor a vida.
* (Henri-Émile-Benoît Matisse )nasceu em Le Cateau Cambrésis no dia 31 de dezembro de 1869, e faleceu em 3 de novembro de 1954. Foi criado em Bohain-en-Vermandois, na região francesa de Picardia.
MATISSE- A ARTE COMO SAÚDE MENTAL E SOCIAL
Sabe-se que aos 21 anos (1890), após sofrer uma cirurgia, o pintor francês Henri Matisse adquire consciência ou "iluminação" de que o seu destino era ser pintor. E com essa certeza, reorienta os seus objetivos de vida.
Quando pinta o seu primeiro quadro " Luxo, Calma e Volúpia", o artista ganha a convicção de que Liberdade é abertura da obra e diz " euforia e dilatação" é saúde mental.
Assim, sua obra opõe-se às ideologias niilistas que dominaram o Século XX e descortina-se em luminosidade em louvor a vida.
* (Henri-Émile-Benoît Matisse )nasceu em Le Cateau Cambrésis no dia 31 de dezembro de 1869, e faleceu em 3 de novembro de 1954. Foi criado em Bohain-en-Vermandois, na região francesa de Picardia.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
POESIA: NOS OLHOS DE WOROUD SAWALHA - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)
NOS OLHOS DE WOROUD SAWALHA
Por: Vanda Lúcia da Costa Salles (Brasil)
uma garça voa
corre corre corre corre
e mira o alvo
o sonho estala forte
enquanto
suas asas flamam ao vento
a mesma luz
que ilumina
o espetáculo do dia
ilumina
a todas as mulheres determinadas a ler
o que mais avança
nos olhos de Woroud Sawalha
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
A VIDA E O TEMPO: UMA MARCANTE ENTREVISTA À PALABRASINCENDIADAS
Foto: A escritora Vanda Lúcia da Costa Salles
quarta-feira, 4 de julho de 2012
POESIA: EM UM SOM QUALQUER - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES
Foto: Fachada do Teatro Municipal no Rio de Janeiro-BRASIL
EM UM SOM QUALQUER
VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES
admirado olhar,
este teu escancarado olhar de Cidade Maravilhosa,
quando
em um som qualquer
instala-se a harmonia
e a bailarina descalça suas sapatilhas
domingo, 17 de junho de 2012
POESIA: SUAVE BRISA EM MIM - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)
Foto: A escritora Vanda Lúcia da Costa Salles (Vanda Salles)
SUAVE BRISA EM MIM
Por : Vanda Lúcia da Costa Salles (Brasil)
I
Aqui,
na encosta desta montanha em que adormeces
descortina-se o panorama sutil
desse verde que emana
suave brisa em mim
II
Creio na vida que nos embala,
no tempo que criamos
(como um fio de luz),
tecido em tua materna entranha
...E eu nem sabia o que era flor!
III
Observávamos o dia quando líamos sobre o Egito Antigo?
IV
E quantas coisas, agora sei, aprendi
de ti,
toda a doçura das coisas
mas também como retirar as farpas entranhadas, aqui e ali
V
Sabe, as águas ainda correm para o mar
e,
escrever um poema,
é elucidar os seixos trazidos pela esperançosa maré
VI
Às vezes, a saliva é tudo o quê temos.
SUAVE BRISA EM MIM
Por : Vanda Lúcia da Costa Salles (Brasil)
I
Aqui,
na encosta desta montanha em que adormeces
descortina-se o panorama sutil
desse verde que emana
suave brisa em mim
II
Creio na vida que nos embala,
no tempo que criamos
(como um fio de luz),
tecido em tua materna entranha
...E eu nem sabia o que era flor!
III
Observávamos o dia quando líamos sobre o Egito Antigo?
IV
E quantas coisas, agora sei, aprendi
de ti,
toda a doçura das coisas
mas também como retirar as farpas entranhadas, aqui e ali
V
Sabe, as águas ainda correm para o mar
e,
escrever um poema,
é elucidar os seixos trazidos pela esperançosa maré
VI
Às vezes, a saliva é tudo o quê temos.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
POESIA: LIBERDADE - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES
Foto: Crianças no Mundo: Esperança e Paz
LIBERDADE
VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES
invadiu-me a boca o gosto, marota ela,
criou-se asas em mim, frutificou-se
alento profundo em meu peito,
de jeito.
puro e simples,
de ser.
Se Liberdade é o seu nome, assim,
tão livre... Eu quero ser.
LIBERDADE
VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES
invadiu-me a boca o gosto, marota ela,
criou-se asas em mim, frutificou-se
alento profundo em meu peito,
de jeito.
puro e simples,
de ser.
Se Liberdade é o seu nome, assim,
tão livre... Eu quero ser.
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