segunda-feira, 1 de junho de 2015
NAQUELA BEIRA DA PRAIA... DE GABRIELA DA SILVA
NAQUELA BEIRA DA PRAIA...
AUTORA: GABRIELA DA SILVA (MARAMBAIA-BRASIL)
À PROFESSORA VANDA LÚCIA
... Naquela beira da praia...
Senti esperança por causa
de esperar algo maravilhoso...
Previ vidas sobre amor
escrevi palavras em
liberdades...
... Conheci a aprendizagem de
fortalecer os valores fiéis...
sobre o som refleti a pureza
e tive certeza que a coragem me dominou...
Refleti a pureza daquela presença, do brilho...
...Descrevi a minha presença
naquele momento e tive coragem
pelo medo que tinha...
Alcancei a doçura do carinho teu
e percebi que não foi em vão estar ali...
... Lembrei que amor vence...
E sentimentos fala...
E esperança revela...
E amizade é feliz e fiel...
E momentos explica o quê diz o coração...
...Que raiva passa e rasga...
Que controlar emoções é completamente necessário...
Lembrei que a vida é sonhar canções, e
caminhar com razões...
...E coragem não cai
lágrimas
E força e o poder da fé...
E humildade do além, vem
E perante a Deus o destino do mal foi embora...
E qualquer força da beleza traz
espinhos?
Segredos entre pedaços ocorre...
Valor sem interesse trouxe-me dor,
E que doçura cultua a rosa do fervor...
E que a vida exclusivamente é incrível...
domingo, 17 de maio de 2015
POESIA: SE VIVER VALE A PENA
SE VIVER VALE A PENA
Vanda Lúcia da Costa Salles
Sim, meu bem. Vale a pena viver!
Criar... Amar!
Frio... Calor... Quanta emoção o sentir?!
Sentir é ver eclipses
diferentes sabores a expressar o amor na vida da gente
Apesar da dor e do cansaço tão presentes também... Arte é parte
Ah, poesia! Viver é resistência
Destarte, cabe no profundo do peito
todos os conhecimentos e
nos labirintos da memória o sorriso ou
adereços de Lua?
Em pelo me pelo e pelos humanos segredos- história-. rogo-te
resista!!!
Assim como a fé que anima essa perfeita rima
e faz com que a esperança- atitude inexata,
na exatidão do desejo-, contribua
com a harmonia de ser um ser ensolarado
na imensidão do oceano
cantando a eterna e amorosa canção à Liberdade...
Quase sempre, a forma traduz a originalidade da fonte, beleza é!!!
segunda-feira, 20 de abril de 2015
VANDA SALLES HOMENAGEIA A NICANOR PARRA: TEORIA DA FÍSICA DO DELICADO PERFUME DAS VIOLETAS

TEORIA DA FÍSICA DO DELICADO PERFUME DAS VIOLETAS
I
Semente brota, aprendamos
Como escolher e colher, disse-nos o poeta universal
Em sua cosmogonia:
“ Hoje é um dia azul de primavera, creio
que morrerei de poesia.” – Esmero e aprimoro
a versão e a
consciência para transfigurar-se diálogo,
no dente em que mastigo o ato, fixo
a imortalidade quântica poética
no criar a pauta-argonauta
com que risco na pele da escrita
a senda e a senha com que a forma tece
a impensável forma da física desse
ridículo poema a que denominamos amar o amor em processo,
mesmo
em pulos e sobressaltos, no agito dos ramos...Nessa úmida
folha
em que traço a imensurável
Teoria da Física do Delicado Perfume das Violetas, que
dedico a ti,
Ó amado poeta, Nicanor Parra!
II
Das margens, observo
Sua aparência, seus mistérios...
Nesse azul de primavera, creio
Do quanto em ti, a nau estética
Da antipoética define a luz primorosa
Dessa imensa Lua
A inebriar os corações, até
O côncavo/convexo do dia, quando
Surge do nada o aroma
Inebriante das violetas, perfeitas e amarelas, todas
Ondas sonoras de uma pauta musical destemida.
III
E se a primavera agrega
A ideia quântica da descoesão, do abismo
Em arco-íris flui... O Tudo/Nada
Para criativo deleite o gozo cria alegria em todos nós,
aprendizes do grito
IV
Nada é o que parece ser
No enigma das órbitas proibidas
Um homem caminha e assobia Chopin, inebria-se mirando
A cópia de si mesmo, o chapéu irônico de poeta louco
Ou a pretensão de um corpo bem localizado no espaço
Mesmo na imprecisão do rumo, no prumo que assume o lume,
Independente da distância em que esteja
E na probabilidade de ali estar
O mesmo rouxinol, a cigarrilha, o canto e as palavras que
encantam
Ah! Esse princípio da
incerteza de ter e ser, quem crê
No azul da primavera do pôr-do-sol em bel-menor... Os sonhos
de Deus!,
( quando o raio incide sobre o alvo e pára), e
Na partícula clara e suave... Na clave de dó, Ah, Nicanor
Parra!
Quantas poesias nos olhos teus?!
sábado, 28 de fevereiro de 2015
CONVITE: LICEO POÉTICO DE BENIDORM NO RIO DE JANEIRO
VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES, DELEGADA CULTURAL DO LICEO POÉTICO DE BENIDORM EM RIO DE JANEIRO CONVIDA:
domingo, 15 de fevereiro de 2015
POESIA: PLANTANDO A PAZ AO SOL - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES-BRASIL
PLANTANDO
A PAZ AO SOL
Na
beleza do ser vivo
No
silêncio da semente
No
aroma do fruto
Na
terra molhada
Plante
ao sol: um gosto de vida... A Paz!
Para
que a terra aprenda o gozo da alegria
Na
alegria de ser frutífera...
Ao
fecundar o diálogo das espécies maduras em seivas!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
FELIZ 2015: POÉTICA INUSITADA
POÉTICA INUSITADA
“Ao
atravessar o cerne do espinho destemida, revitalizarás a pele do amor e adentrarás
na própria felicidade... Ó poesia!”
Vanda
Lúcia da Costa Salles
sábado, 6 de dezembro de 2014
VANDA SALLES REPRESENTANDO A POETA DILERCY ADLER NO 1º ENCONTRO DE EMBAIXADORES DA PAZ DO CERCLE UNIVERSEL DES AMBASSADEURS DE LA PAZ EM MESQUITA-RJ
A POETA DO RIO DE JANEIRO VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES. DELEGADA CULTURAL NO RIO DE JANEIRO DO LICEO POÉTICO DE BENIDORM
REPRESENTANDO A POETA MARANHENSE DILERCY ADLER, EMBAIXADORA DO CERCLE UNIVERSEL DES AMBASSADEURS DE LA PAIX , VICE-PRESIDENTE DA ALL-ACADEMIA LUDOVICENSE DE LETRAS, PRESIDENTA NACIONAL DA CULTURA LATINA E DELEGADA CULTURAL NO MARANHÃO DO LICEO POÉTICO DE BENIDORM-ESPANHA




REPRESENTANDO A POETA MARANHENSE DILERCY ADLER, EMBAIXADORA DO CERCLE UNIVERSEL DES AMBASSADEURS DE LA PAIX , VICE-PRESIDENTE DA ALL-ACADEMIA LUDOVICENSE DE LETRAS, PRESIDENTA NACIONAL DA CULTURA LATINA E DELEGADA CULTURAL NO MARANHÃO DO LICEO POÉTICO DE BENIDORM-ESPANHA
PAZ
Vanda Lúcia da
Costa Salles (BRASIL)
No centro da praça a criança canta uma suave canção... O
pássaro da paz pousou!
A voz vai crescendo no seu gosto nosso gosto também
apaixonadamente segue o ritmo que insinua
o combate
e diz não: NÃO!
Não à escravatura!
(antiga ou moderna)
Não à miséria!
(individual ou coletiva)
Não à indiferença que denigre a humanidade!
Não: a sua, a minha, a nossa falta de percepção!
Não à fome imposta!
A chama está acesa,
Porque a fome que temos é amor ao conhecimento! Amor aos
Direitos Humanos!
Uma mulher aproxima-se e enebria-se luz
Um homem achega-se e acompanha alegremente a canção
A poesia esparrama-se vida... O círculo formado está, já
nada pode impedir o seu voo

CANÇÃO DE POETA PELA PAZ
VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)
AOS 43 DO MÉXICO,
A OCTÁVIO PAZ ( In memoriam)
Ontem à noite esfriou... E a imaginação engravidou-se dos opostos
ouvi
sua voz universal e entoei uma canção
a nossa e a de todos os poetas enamorados pelo silêncio entrelaçando a forma... e a PAZ!
Era um grito de alerta transcontinental, além
mais uma criança falece... de fome construída, e essa violência humana: a indiferença
com a vida com a poesia com a esperança.
Estavas ali, a sorrir
Próximo ao cais... Eu vi!
De poeta a poeta, desfiava o avesso do avesso das palavras e sobre o papel
girassóis brotavam afoitos impactante visão.
E num rasgo espetacular atravesso o espaço-tempo e capturo o poema na loucura itinerante, e sei
que a "outra voz" em mim penetra ágil e funda o dizer:
- Siga-me
Suplico-lhe emocionada:
-Dá-me a visão! Ó coração de poeta... Pela PAZ!
E a imagem vem pétala de ti entretecida no silêncio e nos enigmas desse verso azul
da pele do verbo cósmico... Desse diálogo pleno exalam rosas
vermelhas rubras chás brancas e amarelas
todas pingam de seus olhos úmidos lágrimas rolam bálsamos em seus lábios caliente do carmim
da noite
Ó doce coração de poeta!
Como sangras como pulsas acelerado na emoção
do instante, esse
coração apaixonante.
Em dialética a imagem real traz
crianças desprotegidas violadas e silenciosas
desgraçadamente inocentes com seus panos gastos pobres espantando urubus bicudos e rudes
políticos rapinas que as esmagam no tempo e na unha.
A palavra-voz: grita vergonha para a humanidade
-KWASHIORKOR!
Quem consegue ouvir?
Quem poderá ler?
Quem conseguirá escrever?
Quem ousará sentir?
Pensar/sentir na pele a dor... Empatia... Amor!
Por causa dela e por ela... Queremos a PAZ... Queremos Educação!
Ave, Esperança!
Vivemos lutamos choramos a agonia de pressentir a Outra voz
( a mesma e sempre... humana voz)
a erguer Fênix... para voar na amplidão
da memória dos povos... nos ares nas tardes de confusão e de noites frias...
Entretanto,
Do centro da forma... Soa!" Converge!
E a voz do coração do enigma ecoa:
-Sai poesia! Paz entre os homens de Boa vontade!
Leve esse grito aos mais altos cumes e ressoa:
- Justiça! Justiça!
É esse o tema central na Praça!



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